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Dra. Cláudia Savassi Guimarães Hadade

Médica Dermatologista
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Dermatologia para cuidar de doenças:

Para prevenir doenças dermatológicas, é fundamental o exame anual realizado pelo dermatologista e o auto exame.

 

CÂNCER DE PELE

É uma doença  provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Essas células se dispõem formando camadas e, de acordo com as que forem afetadas, são definidos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele. O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém, seus números são muito altos. A maioria das vezes se desenvolve em áreas da pele expostas aos raios do sol. O câncer de pele afeta pessoas de todas as cores e raças, embora aqueles com pele clara que queimam facilmente tenham um risco maior.

Tipos de câncer da pele:

  • Carcinoma basocelular (CBC): é o mais prevalente. Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Em alguns casos, além da exposição ao sol, há outros fatores que desencadeiam seu surgimento. Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada. 

  • Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação. Normalmente, os CECs têm coloração avermelhada e se apresentam na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Eles podem ter aparência similar à das verrugas. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

  • Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas pelo paciente, embora sejam mais comuns nas pernas, em mulheres; nos troncos, nos homens; e pescoço e rosto em ambos os sexos. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico.

Pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade quando se expõem ao sol, com fototipos I e II, têm mais risco de desenvolver a doença, que também pode manifestar-se em indivíduos negros ou de fototipos mais altos, ainda que mais raramente. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de se espalhar para outros órgãos (metástase) e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce do melanoma é fundamental. Embora apresente pior prognóstico, avanços na medicina e o recente entendimento das mutações genéticas, que levam ao desenvolvimento dos melanomas, possibilitaram que pessoas com melanoma avançado hoje tenham aumento na sobrevida e na qualidade de vida.

A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau. Atualmente, testes genéticos são capazes de determinar quais mutações levam ao desenvolvimento do melanoma avançado (como BRAF, cKIT, NRAS, CDKN2A, CDK4) e, assim, possibilitam a escolha do melhor tratamento para cada paciente. Apesar de ser raramente curável, já é possível viver com qualidade, controlando o melanoma metastático por longo prazo.

  • Queratoses Actínicas: são manchas secas, escamosas ou manchas são crescimentos pré-cancerosos. Pode progredir para um tipo de câncer de pele chamado carcinoma de células escamosa

Fonte: SBD

A detecção precoce é essencial. Por isso a importância de um check-up anual de todo o corpo.

ACNE

Muito comum, acne é o nome dado a espinhas e cravos que surgem devido a um processo inflamatório das glândulas sebáceas e dos folículos pilossebáceos. Muito frequente na fase da adolescência, sem deixar de ser comum também em adultos, principalmente em mulheres. Além do incômodo das lesões, como na adolescência a aparência é um fator importante, o comprometimento estético determinado por alterações da pele pode atingir o lado psicológico e tornar o adolescente inseguro, tímido, deprimido, infeliz, com rebaixamento da autoestima e com consequências sérias que podem persistir pelo resto da vida.  

Hoje, existem muitos tratamentos eficazes contra a acne.

MELASMA E MANCHAS

Melasma é um problema de pele muito comum, caracterizado por manchas marrom a cinza-marrom, geralmente no rosto. Na maioria das pessoas, as manchas concentram-se nas  bochechas, ponte do nariz, testa, queixo e acima do lábio superior. Também pode aparecer em outras partes do corpo que são expostas a muito sol, como os antebraços e o pescoço.

Uma das causas do melasma é a luz solar. Isso justifica o  uso do protetor solar todos os dias além da sua reaplicação a cada 2 horas e o uso de chapéus de abas largas quando estiver ao ar livre.

 

As mulheres são muito mais propensas do que os homens a desenvolver melasma. É tão comum durante a gestação, por exemplo, que o melasma às vezes é chamado de máscara da gravidez. Os hormônios parecem estar envolvidos na gênese do melasma. O melasma não tem cura porém existem vários tratamentos que o amenizam.

ROSÁCEA

A rosácea é uma doença crônica, que aparece principalmente na pele do rosto, caracterizada pela vermelhidão nas bochechas, nariz, queixo ou testa. Também pode ocorrer no pescoço, no peito, no couro cabeludo ou nas orelhas. Normalmente aparece a qualquer momento após 30 anos, geralmente em pessoas com pele branca e rosada e que tendem a corar com facilidade. Ao longo do tempo, a vermelhidão tende a tornar-se mais escura e mais persistente, e vasos sanguíneos visíveis podem aparecer. Na rosácea não tratada, as telangiectasias e as espinhas se desenvolvem frequentemente e, em casos graves, o nariz pode ficar inchado e com excesso de tecido (rinofima).

A doença é mais freqüentemente diagnosticada em mulheres, mas os sintomas mais graves tendem a ser vistos nos homens – talvez porque muitas vezes eles demoram mais a procurar ajuda médica, até que a doença atinja estágios avançados. Embora não haja cura para a rosácea e a causa ainda seja desconhecida, a terapia médica está disponível para controlar ou reverter seus sinais e sintomas.

DERMATITE

A dermatite é uma doença de pele extremamente comum em crianças. É tão ocorrente que existem diferentes formas de se referir ao problema: Eczema, Dermatite, Eczema atópico, Dermatite atópica. As crianças geralmente são afetadas pela dermatite atópica (DA) durante o primeiro ano de vida. Se uma criança desenvolve DA durante este tempo, manchas secas e escamosas aparecem na pele. As lesões aparecem frequentemente no couro cabeludo, na testa e no rosto. São muito comuns nas bochechas.

Não importa onde ela apareça, a dermatite atópica geralmente coça muito. Os bebês podem esfregar a pele contra a cama ou carpetes para aliviar a coceira. Em crianças de todas as idades, a coceira pode ser tão intensa que uma criança não consegue dormir. É importante, no entanto, evitar coçar as lesões, já que isso pode machucar a pele ainda mais.

Como a dermatite atópica pode ser duradoura, é fundamental aprender a cuidar da pele. O tratamento e o bom cuidado da pele podem aliviar grande parte do desconforto.

HIPERIDROSE

A palavra “hiperidrose” significa sudorese (hidrose) exacerbada (hiper). Ela acontece quando uma pessoa transpira mais do que é necessário. Suar é fundamental para a saúde do organismo. A transpiração esfria o corpo, o que nos impede de superaquecer. As pessoas que têm hiperidrose, no entanto, suam mesmo quando o corpo não precisa de resfriamento.

Muitas pessoas que sofrem de hiperidrose possuem uma ou duas áreas do corpo afetadas. Na maioria das vezes, nas palmas, plantas , axilas ou na cabeça. Essa transpiração excessiva pode interferir nas atividades cotidianas. As mãos podem ficar tão suadas que torna-se difícil girar uma maçaneta ou usar um computador. O suor das axilas geralmente é absorvido pela roupa, causando óbvias marcas de suor. Devido a umidade excessiva, podem ocorrer também infecções na pele que causam odor.  A hiperidrose pode atrapalhar o convívio social. 

ALOPÉCIA / QUEDA DE CABELO

Alopécia (queda de cabelo) é uma das queixas mais frequentes no consultório. Hoje, a busca por tratamento está começando mais cedo, e os tratamentos tem evoluído. 

A resposta aos tratamentos tende a ser mais ampla quando a queda está na fase inicial, e diagnóstico precoce é realizado, possibilitando que o dermatologista identifique o tipo de alopecia. O diagnóstico completo pode envolver exames clínicos e laboratoriais. Em alguns casos, é necessário fazer a biópsia do couro cabeludo.

MICOSES

A infecção fúngica é comum na planta e entre os dedos do pé, e é popularmente identificada como frieira ou pé-de-atleta. É a micose mais comum na população de modo geral, sendo provocada pelos fungos Trichophyton mentagrophytes e Trichophyton rubrum, na maioria dos casos.

A contaminação ocorre ao andar descalço em saunas e vestiários, por exemplo. Mas o fungo só se prolifera e vira infecção se o ambiente for propício. Os sintomas são muitos. Além do chulé, há ainda coceira, vermelhidão, descamação, bolhas e rachadura na pele entre os dedos do pé. Como o fungo é o mesmo, a frieira pode ainda contaminar a unha e a virilha, provocando, respectivamente, onicomicose e tinea cruris.

INFECÇÕES BACTERIANAS E VIRAIS

A pele é o maior órgão responsável pela imunidade celular além do sangue. Pode ser a porta de entrada de bactérias patogênicas e vírus diante de traumatismos superficiais mínimos da pele ou infecções secundárias de dermatoses preexistentes. O tratamento envolve o uso de medicamentos locais ou sistêmicos. A prevenção de infecções através da preservação da imunidade celular na pele é a melhor estratégia de controle.

 
 
 
 
 
 
 
 

Procedimentos Clínicos

BIÓPSIA

As doenças inflamatórias e os crescimentos anormais na pele são diagnosticados por um procedimento chamado de biópsia. A Biópsia envolve a remoção de uma amostra pequena de tecido, a qual será examinada sob um microscópio. Em seguida o material e enviado a um laboratório para realização do exame anatomopatológico.

A maioria das biópsias são executadas para diagnosticar o estado da pele e confirmar uma hipótese diagnóstica. Isto pode exigir a anestesia local e geralmente não exige internação no hospital.

PEQUENAS CIRURGIAS E ELETROCIRURGIA

As pequenas cirurgias dermatológicas podem ter finalidades estéticas e clínicas, retirando ou modificando da pele e tecido subcutâneo local. Isso requer apenas um pouco de anestesia local e alguns minutos do tempo do paciente. Englobam tratamentos para melhorar a qualidade de vida, autoestima dos pacientes e para promover cura em alguns casos. Pode-se remover pintas, verrugas, molusco, cistos, lipomas, retirada de tumores e cânceres de pele.

Para retirada de lesões benignas, como pequenos fibromas, verrugas, sinais e manchas, pode ser usada a Eletrocirurgia, um método seguro, rápido e altamente eficaz, com uso de bisturi de alta frequência. Recentemente temos usado o microplasma para tratamento desse tipo de lesão. A cicatrização é rápida e costuma ser imperceptível, com excelentes resultados estéticos.